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domingo, 28 de julho de 2013

Laranja Mecânica


"It's funny how the colors of the real world only seem really real when you viddy them on the screen."

terça-feira, 16 de julho de 2013

Clipe do Dia nº 463


The Animals - House of the Rising Sun (1964) HD/Widescreen.

Sempre lembro da cena do Cassino, do Martin Scorcese.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Ilha das Flores


Vi quando era criança esse curta, um clássico do cinema porto-alegrense.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Pálido Ponto Azul


Já foi postado provavelmente, mas achei uma versão em HD. Ciência é poesia.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Clipe do Dia nº 474



Baixei o documentário, só me falta as legendas. Pra ver com a Morena.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

2001


KUBRICK: It's not a message that I ever intend to convey in words. 2001 is a nonverbal experience; out of two hours and 19 minutes of film, there are only a little less than 40 minutes of dialog. I tried to create a visual experience, one that bypasses verbalized pigeonholing and directly penetrates the subconscious with an emotional and philosophic content. To convolute McLuhan, in 2001 the message is the medium. I intended the film to be an intensely subjective experience that reaches the viewer at an inner level of consciousness, just as music does; to "explain" a Beethoven symphony would be to emasculate it 
by erecting an artificial barrier between conception and appreciation. You're free to speculate as you wish about the philosophical and allegorical meaning of the film -- and such speculation is one indication that it has succeeded in gripping the audience at a deep level -- but I don't want to spell out a verbal road map for 2001 that every viewer will feel obligated to pursue or else fear he's missed the point. I think that if 2001 succeeds at all, it is in reaching a wide spectrum of people who would not often give a thought to man's destiny, his role in the cosmos and his relationship to higher forms of life. But even in the case of someone who is highly intelligent, certain ideas found in 2001 would, if presented as abstractions, fall rather lifelessly and be automatically assigned to pat intellectual categories; experienced in a moving visual and emotional context, however, they can resonate within the deepest fibers of one's being.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A Morena e eu, tão próximos mas tão longe nesse Cosmos



Eu estava vendo o único verbete sobre o tudo da maior enciclopédia conhecida nesse tudo: o Universo. Não é o Guia do Mochileiro das Galáxias, algo próximo mas não tão engraçado, a Wikipedia.

Lendo em inglês, que é a lingua franca atual.

Diz o verbete:

The universe is commonly defined as the totality of existence,[1][2][3][4] including planets, stars, galaxies, the contents of intergalactic space, and all matter and energy.[5][6]

Fui ver as referências e gostei dessa:

2. ^ "Universe", Encyclopedia Britannica, "the whole cosmic system of matter and energy of which Earth, and therefore the human race, is a part"

Carl Sagan usou um sinônimo: "O Cosmos é tudo o que existe, existiu ou existirá. A mais insignificante contenmplação do cosmos emociona-nos – provoca-nos um arrepio, embarga-nos a voz, causa-nos a sensação suave de uma recordação distante."

Mas tudo isso fica gravemente desfalcado de sentido se meu amor pela Priscilla Casagrande não for correspondido. Até o ateu mais materialista irá concordar que não haveria pecado maior caso isso ocorresse.



P.S. Parabéns pela condecoração, Morena!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O Sétimo Selo


Filmão do Ingmar Bergman.

sábado, 21 de abril de 2012

One Nine Nine Four


Não consigo imaginar a vida sem música. Não consigo entender aquelas pessoas que não gostam de música. Não consigo entender aquelas pessoas "ecléticas" que dizem "gostar de todo tipo de música", o que nada mais é do que outra forma de dizer que não se gosta de música alguma.

Dentre as coisas que me emocionam profundamente nesse magnífico planeta em que habitamos e nessa peculiar espécie à qual pertencemos é o fenômeno da música.

E foi o punk rock dos anos 90 que abriu essa porta pra mim: Offspring, Green Day, Pennywise, NOFX e Rancid foram o meu ponto de partida para adentrar o incrivelmente fascinante mundo da música. Não que eu não tivesse escutado nada antes, mas nada do que tinha escutado antes tinha me motivado a buscar mais música como aquela, e a me informar sobre as pessoas que faziam aquela música, e a querer ir em todos os shows que aquelas bandas tocassem na minha cidade.

Talvez por isso eu tenha esperado tão ansiosamente pelo lançamento desse documentário.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Pulp Fiction


Entrevista do Tarantino com o Jon Stewart sobre o lançamento do Pulp Fiction, um filme que dispensa apresentações.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Sexta-Feira 13


Feliz sexta-feira 13!

P.S. A imagem é de uma banda de death metal (a.k.a. Déti-Méta) sueca chamada Death Breath. É mais um dos muitos projetos do Nicke Andersson, um verdadeiro workaholic do rock. Na realidade, ele começou sua prolífica carreira em 1987 como baterista do trio também de death metal Entombed, até o ano de 1998, quando saiu para para concentrar-se no trabalho de vocalista da banda que o tornou mais famoso (não muito): Hellacopters. Em 2005, bateu aquela saudade de espancar a bateria como se estivesse ligado em 220 volts e então ele fundou a Death Breath com seu antigo parceiro do Entombed, Robert Pehrsson. Curiosidade: a banda quase foi batizada de Black Breath, o que poderia tê-la colocado no hall de bandas maravilhosas com "Black" no nome (Black Sabbath, Black Keys, Black Rebel Motorcycle Club, Black Lips, Black Drawing Chalks, Black Pistol Fire...). Enfim, ela não se classificou por duas razões: não se chama Black Breath e eu não gosto de death metal. O Hellacopters é incomparavelmente melhor, e o logotipo até combinaria mais com o clima dessa sexta-feira 13:



P.S.2. O link é para um vídeo impossível de inserir no post (parabéns, Blogger!). Um pequeno trecho de um programa engraçadíssimo do Adult Swin, segmento noturno para adultos da programação do admirável Cartoon Network (sou fã de todos os desenhos do Genndy Tartakovsky). O programa era "O Frango Robô" (Robot Chicken), feito totalmente em animação stop motion com bonecos e outros objetos. Hilário. Descobri que um dos produtores é Seth Green, o filho ruivo do Dr. Evil ('I got a whole bag of shhh with your name on it'). Minha admiração por ele aumentou consideravelmente, até porque eu não admirava ele antes.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Lake of Fire


Baita documentário.

sábado, 25 de junho de 2011

Clipe do Dia nº 267



Excelente o documentário sobre o Foo Fighters, 'Back and Forth'. Melhor ainda esse último disco deles.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Enter The Void


Um tour de force cinematográfico. Vale a pena ver por causa do estilo narrativo, da pira estética e tudo o mais, porém eu achei o filme anterior do Gaspar Noe melhor ('Irreversível').

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Akira Kurosawa


Rashomon (1950), Seven Samurai (1954), Throne of Blood (1957) e Yojimbo (1961)... Pronto: viciei nos filmes de samurai do Akira Kurosawa.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Rashomon


Primeiro filme japonês que eu posso dizer: gostei, e gostei muito. Já tinha visto 'Sonhos', também do Akira Kurosawa, que apesar de muito bom, eram nove pequenas histórias independentes (bem surreais, por sinal). Agora esse 'Rashomon' de 1950 é uma obra-prima. O filme começa em um templo onde um lenhador e um padre observam a chuva com cara de estupefatos. Um terceiro homem chega para se proteger da chuva e pergunta a eles qual o problema. Bom, a partir daí começa uma série de flashbacks que contam o mesmo evento de pontos de vista diferentes. Muito diferentes. Sensacional. Uma hora e meia de cinema de verdade.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Luto


Um mito da comédia se foi.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Chaplin



Cena de 'City Lights', de 1931. Genial.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O Profissional


Hoje me lembrei desse filme, que é muito bom. A lembrança da dublagem tosca da Bandeirantes vem junto, mas tudo bem: até isso era legal. Jean Reno e Gary Oldman em um mesmo filme já seriam razão suficiente, porém hoje existe uma terceira razão em retrospectiva: foi o primeiro filme da Natalie Portman. Ela tinha futuro naquela época, hoje ela é um presente. O Rubem Fonseca e a Patrícia Melo devem ter gostado: o protagonista é um matador de aluguel.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Ilha das Flores



Eu vi no cinema, antes de um filme qualquer que eu não me recordo qual é. É uma produção da Casa de Cinema de Porto Alegre, com direção e roteiro do Jorge Furtado e narração do Paulo José. Ou seja, uma coisa bem Porto Alegre. 'Ilha das Flores' foi lançado em 1989: o primeiro ano do PT na prefeitura da capital. O tom esquerdista é perceptível, mas o bom humor salva o filme da chatice. Enfim, um curta que deve agradar todos aqueles com teléncefalo desenvolvido e polegar opositor.